São Paulo, segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Estados Unidos

O bilionário Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York, afirmou neste domingo que participará da disputa no Partido Democrata pela indicação para a disputa da presidência dos Estados Unidos em 2020, mesmo em um cenário já de vários pré-candidatos. Assessores de Bloomberg têm elaborado planos para fazer sua campanha, com a intenção de se concentrar nos Estados que apontam muitos delegados na chamada Super Terça, que ocorre em 3 de março.

 

Ásia

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, após recentes sinais de que Estados Unidos e China podem superar suas divergências comerciais. Mas o mercado de Hong Kong liderou os ganhos na região com indicação de que partidos pró-democracia foram vitoriosos nas eleições locais do fim de semana.
O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Robert O’Brien, disse no sábado (23) que ainda é possível que seu país e a China fechem um acordo comercial preliminar antes do fim do ano, mas alertou que Washington não irá aceitar um acordo “ruim” nem ignorar o que acontece em Hong Kong, que há meses é palco de violentos conflitos entre manifestantes e a polícia local.
A oposição pró-democracia de Hong Kong teve uma vitória avassaladora nas eleições locais de domingo (24), num sinal de reprovação à chefe do Executivo do território semiautônomo, Carrie Lam, pela forma como lidou com a onda de protestos iniciada na cidade há quase seis meses e marcada por vários episódios de violência.

Wu Chi-wai, líder do maior partido pró-democracia de Hong Kong, disse hoje que o bloco oposicionista conquistou quase 90% dos 452 assentos disputados, garantindo o controle inédito de 17 de 18 conselhos distritais.

Um recorde de 71% dos 4,1 milhões de eleitores registrados em Hong Kong votaram ontem, bem acima dos 47% da mesma eleição de quatro anos atrás.

Brasil

Sob pressão, o presidente Jair Bolsonaro tenta reforçar a política de combate à pobreza e reduzir as críticas à área social, considerada um gargalo na gestão. Mesmo em um cenário de restrição fiscal, o Palácio do Planalto mobilizou a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, para ampliar benefícios às famílias de baixa renda. Na ofensiva em busca da conquista do eleitorado do Bolsa Família, o governo apelou ainda ao economista Ricardo Paes de Barros, um dos criadores do programa no mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A preocupação com a agenda social aumentou diante do temor do “efeito Chile”, o primeiro de uma onda de protestos que se espalharam pela América Latina. O governo também busca um plano de ação após o lançamento da agenda de combate à pobreza do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a libertação de Lula.

Entre as propostas em análise pelo governo está a concessão de um adicional de R$ 6,81 por mês para cada uma das 13,8 milhões de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família, principal programa de transferência de renda do governo – o benefício para uma família em extrema pobreza é de R$ 89 por mês. O aumento seria possível com uma folga no orçamento, que viria a partir do fim da desoneração de produtos da cesta básica.

O programa, que garantiu a força do lulismo, especialmente no Nordeste, tem impacto na renda de cerca de 43 milhões de pessoas, nas estimativas oficiais. De olho em sua base de apoio, o ex-presidente deixou a prisão com um discurso focado nas contradições da agenda liberal de Guedes e no resgate da questão social. Integrantes do núcleo político avaliam, agora, que o governo perdeu tempo na “corrida” pelo “voto social”.

Petróleo

Os contratos futuros do petróleo operam em leve alta na manhã desta segunda-feira, apagando parte das perdas de 0,9% a 1,4% da sessão anterior, após recentes sinais de que Estados Unidos e China poderão superar suas desavenças comerciais. No sábado (23), o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Robert O’Brien, disse que ainda é possível que seu país e a China fechem um acordo comercial preliminar antes do fim do ano. Já o governo chinês divulgou ontem diretrizes estabelecendo penas maiores para violações de direitos de propriedade intelectual, numa tentativa de responder a um dos principais pontos de discórdia nas negociações comerciais com os EUA, segundo reportagem da Bloomberg.

 

09:30 – BRL/BC: LEILÃO DE VENDA À VISTA DE DÓLARES DAS 9H30 ÀS 9H35 DE US$ 525 MILHOES
09:30 – BRL/BC: OPERAÇÃO DE SWAP CAMBIAL REVERSO DAS 9H30 ÀS 9H35 DE US$ 525 MILHOES

08:25 BRL/Boletim Focus

Ultima semana: (fraca devido a feriados nos EUA)
Índices Mundiais: (-)
Índice Dólar: (+/-)
Posição estrangeiros: (+/-) Compraram 93 – posição dos Estrangeiros no contrato Z19 – 257.510
Notícias Locais: (+/-)
S&P: (+/-)
Petróleo: (+/-)

Fechamento DOLZ19: 4.199,00
Ajuste anterior DOLZ19: 4.210,76
Ajuste DOLZ19: 4.190,95